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Como ter experiências de luxo sem gastar muito

Nos últimos anos ouvimos muito falar em “economia colaborativa”, onde empresas e pessoas comuns “alugam” os seus pertences de luxo (ou não) para terceiros. Hoje em dia, podemos alugar o nosso próprio carro, como a Uber propõe, um pequeno espaço do nosso escritório, as nossas roupas e até a nossa casa.

Querer ter acesso ao luxo sem gastar muito pode surtir um efeito muito positivo no dia a dia. Outro dia descobri, por exemplo, uma empresa incrível chamada Dress & Go, que aluga vestidos de grife para festas por precinhos super camaradas. Quando identifiquei que essa empresa me permitiria ter o acesso a um vestido lindo da Badgley Mischka ou da Carina Duek pagando menos de 70% do valor de uma loja de aluguel de roupas finas, fiquei até com vontade de procurar uma festa para ir. Becky Bloom, me liga, amiga! (risos).

Outra empresa que andei escutando bastante a respeito esses dias foi a BagMe, que aluga e vende bolsas de marcas famosas com preços mais baixos. Elas são todas originais, pelo que diz no site, e parecem estar em ótimas condições, porém, confesso que nunca fiz qualquer negócio com a empresa, apesar da minha imensa curiosidade sob o ponto de vista de business mesmo.

O AirBnB é outra empresa que tem crescido intensamente no mundo com a proposta das pessoas alugarem as suas casas (ou partes delas) para desconhecidos. Vários viajantes (e me incluo nisto) estão se hospedando em lugares incríveis com ótimas localizações e por um preço inferior aos hotéis. Algumas grandes marcas do setor hoteleiro, inclusive, estão repensando em novos modelos de negócio para o futuro.

Se o aluguel não soar tão interessante assim, é possível trocar de casa com algum interessado, como é sugerido pelo filme “O amor não tira férias”. Pela Couchsurfing, é necessário apenas ter alguém interessado na cidade da sua residência e também existir a disponibilidade de moradia no destino em que se quer visitar. O site informa que a prática é segura e gratuita.

Tem gente também que tem viagem marcada, mas oferece as suas residências para estranhos gratuitamente, pelo compromisso de que estes cuidem delas durante o período de ausência. O dono da casa, neste caso, pode exigir cuidar de um animal de estimação, de um jardim, ou querer apenas ter alguém na casa enquanto está fora. O site é o Mind My House.

Até o aluguel do espaço na sua mala é possível oferecer ou comprar. A Entrusters faz exatamente isso. A pessoa informa o que quer comprar pelo site da empresa e, se você estiver no lugar em que ela deseja adquirir algo e tiver um espaço para trazer o tal produto, pode aceitar a oferta e cobrar um aluguel pelo espaço cedido na mala.

Infelizmente, ainda não temos muitas opções “econômicas” para o táxi aéreo, porém, a Uber e a FlyHelo, já estudam em profundidade o assunto para democratizar o serviço e torná-lo acessível para diferentes públicos.

Este novo modelo de consumo, que cresce de forma desenfreada, atrai cada vez mais adeptos. Parece mesmo que não será apenas um modismo da época. Ele veio para criar novas relações entre as pessoas, produtos e serviços.

Loja de bolsas e sapatos sem marca

Experiências de consumo

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