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Sydney: Um paraíso distante, mas apaixonante!

Sydney é uma cidade que impressiona desde a janelinha do avião. Aquela imensidão de quadradinhos de terra perdidos brilhando ao sol no intenso azul do Mar da Tasmânia.

Vista do avião chegando em Sidney.

Vista do avião chegando em Sidney

A sensação de colocar os pés para fora do avião é quase como fincar uma bandeira no monte Everest, pela “lonjura do lugar” e pelas horas intermináveis de viagem. Mas tudo é tão compensatório que até dá para esquecer destes detalhes. A cidade é realmente única no mundo. Imagine um país que tem a beleza e a tropicalidade do Brasil, a modernidade de Miami e a alegria de Barcelona. Isto é Sydney.

Tudo parece perfeito em Sydney e acho que é mesmo. A qualidade de vida é alta, as pessoas são felizes, a educação é de ótima qualidade e gratuita, os salários são altos, os níveis de criminalidade são bem baixos e tudo é muito animado.

A verdade é que Sydney passou a ter mais visibilidade no mundo depois das Olimpíadas de 2000 e, desde então, o número de imigrantes começou a aumentar. Sydney, claro, por ser a cidade mais populosa e ativa economicamente da Austrália (e talvez até da Oceania), começou a atrair mais gente ainda. Muitas pessoas acham que a Austrália é um país rígido para estrangeiros e que costuma a barrar novos entrantes, mas na verdade não é bem assim. A Austrália tem uma política de portas abertas para estrangeiros qualificados ou que pretendem se profissionalizar em algo e ficar no país.

Se for para passar uma longa temporada ou morar em Sydney, confesso que é bem difícil recomendar um bairro específico, porque quase todos são bem qualificados. Geralmente, para Sydney, recomendo que se analise o local que você quer morar pelos seus hobbies.

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Já se o motivo da viagem for turismo, ficar hospedado entre a Harbour Bridge e a Darling Harbour é o ideal. Eu fui e voltei várias vezes entre estas pontes, tanto de dia quanto de noite, e as distâncias não são tão grandes assim. Demora mais ou menos duas horas andando entre elas ou 30 minutos de transporte público (que é também super eficiente).

Entre estas pontes mencionadas acima há diversas opções de entretenimento. Tem galerias vitorianas lindas, como a Queen Victoria Building, uma das mais antigas da cidade. Lojas de departamento gigantescas com marcas famosas, como a Westfileld e a Myer. Tem também o lindo aquário de Sydney, que eu particularmente gostei muito, porque os tubarões e arraias passavam bem perto de mim pelos corredores transparentes. Além disso, conheci ótimos restaurantes, principalmente beirando as pontes. Estes, não só ofereciam a excelente comida australiana, como também garantiam as belas paisagens da cidade.

Tubarão que passou por cima de mim no aquário de Sydney

Entre estas pontes mencionadas acima há diversas opções de entretenimento. Tem galerias vitorianas lindas, como a Queen Victoria Building, uma das mais antigas da cidade. Lojas de departamento gigantescas com marcas famosas, como a Westfileld e a Myer. Tem também o lindo aquário de Sydney, que eu particularmente gostei muito, porque os tubarões e arraias passavam bem perto de mim pelos corredores transparentes. Além disso, conheci ótimos restaurantes, principalmente beirando as pontes. Estes, não só ofereciam a excelente comida australiana, como também garantiam as belas paisagens da cidade.

É impossível não elogiar também os jardins e as praças onde as pessoas costumam fazer as refeições ou dar um break no trabalho. Vi pássaros lindos, como flamingos e araras passeando livremente no gramado e tudo muito limpo e organizado.

 

Ao redor da Harbour Bridge, a ponte mais famosa de Sydney, está o Opera House com um calendário super flexível de boas orquestras. Dizem que o Opera House tem a melhor acústica do mundo para escutar músicas clássicas pela perfeição da concha inclusive.

Região da Harbour Bridge ao entardecer.

Região da Harbour Bridge ao entardecer

De qualquer forma, se você não for assistir a um concerto, vale a pena visitá-lo, porque o lugar é realmente lindo.

Antes de ir para a região, consulte a um jornal ou pergunte para alguém, pois geralmente é publicado um calendário com os dias que haverão a queima dos fogos na Harbour Bridge e é incrível mesmo.

Darling bridge

Darling Harbour

Do outro lado da parte turística de Harbour Bridge, esta a Darling Harbour, outra bonita ponte. Lá tem ótimos restaurantes, lojas de souvenir e uma programação noturna bem animada. Confesso que vi muitos adolescentes na região durante o fim de semana, mas os restaurantes ficam cheios de casais e famílias também, desde o entardecer até altas horas.

Para os mais radicais, dentro da cidade tem um tour ao topo da Harbour Bridge. Este é um dos passeios mais famosos da cidade. É possível também entrar em um tanque com tubarões sem qualquer tipo de proteção.

Já um pouco mais distante do centro da cidade, outro lugar imperdível é o Featherdale Wildlife Park. Lá é possível interagir com cangurus e coalas, ver o Diabo da Tasmânia e também o Dingo. Agora é uma das últimas oportunidades de poder conhecer o Diabo da Tasmânia, porque assustadoramente veio uma onda de câncer e os bichinhos estão morrendo super rápido. Entrou até em extinção nos últimos anos.

Lobo australiano, o Dingo

Sobre o Dingo, é interessante conhecê-lo também, porque só existe na Austrália. Este animal australiano é um lobo que come crianças de até 3 anos. O que os nativos dizem é que as crianças confundem este animal com o cachorro quando estas estão brincando no jardim de casas em áreas florestais. Ele rapidamente se aproxima e ataca. Por isso, recomendo distância absoluta mesmo que for possível conhecê-lo de perto. Eu me atrevi a colocar a mão neste animal com o auxilio de um supervisor do parque, achando que era um cão de guarda. O bicho reagiu rápido à minha chegada e me mordeu de raspão. Tirei a mão no reflexo mesmo, porque foi tudo muito rápido. Além do susto, fiquei preocupada com a possibilidade de pegar raiva e ainda tomei uma resposta dura dos administradores parque. Eles disseram que a raiva é uma doença de país subdesenvolvido e que esta doença foi erradicada da Austrália há séculos. Enfim, definitivamente, fique longe dele. Com ou sem biólogo autorizando a sua interação com o carnívoro.

Já os cangurus do parque, são acostumados com a presença de humanos. A recomendação é apenas evitar fazer movimentos bruscos perto deles. Este animal é bem agressivo e um “lango-lango” valeria muito mais que um soco. Eles têm garras afiadas nas patas e, quando batem em algo ou alguém, na verdade enfiam as garras na pele para rasgar.

Meu contato com canguru e o medo do lango lango

😉

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